MONGÓLIA 2011

  • SHAMBALA, GOBI

    Nasce a Lua e voa o pássaro sobre o Jardim das Estupas.
    © Zsolt Makray

  • MONASTÉRIO KHAMAR, GOBI

    Um jovem monge lê textos sagrados escritos em tibetano.
    © Haroldo Castro

  • KHAMAR, GOBI

    Uma mongol lança leite sobre o ovoo, templo feminino em forma de seios.
    © Mikael Castro

  • KHAMAR, GOBI

    Pôr-do-sol no Jardim das 108 Estupas, no mosteiro Khamar.
    © Malu Froeder

  • ESTEPES MONGÓIS

    Dois cavalos domésticos (machos) lutam pelo harém de éguas.
    © Mikael Castro

  • NAADAM EM BAYAN ONJUUL

    Dois meninos de 7 anos disputam corrida de cavalos de 20 km.
    © Haroldo Castro

  • ARBURD SANDS

    Um casal nômade prepara bebida alcoólica local com iogurte.
    © Mikael Castro

  • ACAMPAMENTO GER

    Interior de uma ger para visitantes, com camas e móveis locais.
    © João Makray

  • PARQUE NACIONAL HUSTAI

    Os cavalos selvagens foram reintroduzidos em 1996 na Mongólia.
    © Paulo Fassina

  • RESERVA IKN NART

    Um argali, carneiro-da-montanha, no topo de uma rocha em Ikn Nart.
    © Haroldo Castro

  • ESTEPES MONGÓIS

    Viajantes atravessam estepes ao sul do Parque Nacional Hustai.
    © Haroldo Castro

  • VIAGEM SEGURA

    Haroldo Castro recebe bênção de monge budista em Khamar.
    © Mikael Castro

  • GRUPO DE VIAJÓLOGOS

    Muita alegria e diversão durante expedição na Mongólia.
    © Mikael Castro

A VIAGEM


Em julho de 2011, 14 viajantes brasileiros, acompanhados por Haroldo Castro e seu filho Mikael Castro, foram ao país de Gênghis Khan para descobrir belas paisagens, ricas tradições e um povo carinhoso e hospitaleiro.

O grupo visitou o Parque Nacional Hustai para ver os cavalos selvagens reintroduzidos desde 1996 e a Reserva Ikn Nart para buscar o argali (ovelha-da-montanha) e o íbex (cabra-selvagem).

Os visitantes conheceram antigos templos budistas, como o monastério Khamar no deserto de Gobi, palco do extraordinário episódio das 64 arcas sagradas, e vivenciaram a hospitalidade nômade, quando puderam conhecer diretamente as tradições ancestrais da Ásia Central.

DEPOIMENTOS DOS VIAJANTES

A viagem à Mongólia foi uma viagem inesquecível. Os pontos altos foram a diversidade cultural, a jornada ao deserto de Gobi com suas cores, o mosteiro Khamar e o Jardim das 108 Estupas de Shambala, os pernoites nos acampamentos de gers e as animadas “caçadas” fotográficas com Haroldo atrás dos cavalos selvagens, dos argalis e dos ibex.

Zsolt Makray, Campinas

A Mongólia é um país impar, muito diferente. Um país de horizontes infinitos. O povo é muito amável, os mongóis levam uma vida simples e parecem ser felizes. Conhecer os poucos nômades que ainda existem no mundo, conversar com eles e sentir seu modo de vida, foi uma experiência e tanto. Acampar e dormir em uma ger foi bem mais confortável do que eu imaginava. Adorei a viagem!

Vera Regina Rodriguez, São Paulo

Nossa expedição excedeu qualquer expectativa, pois a Mongólia é um país de extremos, com paisagens belíssimas, planícies infinitas, desertos, vida selvagem sem igual. As pessoas vivem de forma totalmente diferente da nossa: suas casas, suas roupas, sua comida, até mesmo sua música.
Sem dúvida, a Mongólia foi o lugar mais inusitado que conheci, uma experiência para toda uma vida!

João Makray, Campinas

PRÓXIMA EXPEDIÇÃO NAMÍBIA
INSCRIÇÕES ABERTAS
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VIAGEM : DE 19 A 28 DE FEVEREIRO 2018
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