Madagascar 2015

  • ALAMEDA DOS BAOBÁS

    ‘Adansonia grandidieri’ é uma das seis espécies de baobás que existem apenas em Madagascar. © Haroldo Castro

  • LÊMURES DE MADAGASCAR

    Existem 107 espécies de lêmures na Grande Ilha – ‘Sifaka diadema’ na Área Protegida Anjozorobe-Angavo. © Haroldo Castro

  • PLANALTO

    O planalto malgaxe é o celeiro do país – campo de arroz e cebola em Betafo. © Dina Barile

  • PLANALTO

    Habitação típica do planalto, de dois andares, teto de palha e paredes de adobe, em Antsahabe. © Maria Luíza Froeder

  • PLANALTO

    Uma junta de bois revolve a terra para que o arroz possa ser plantado em Betafo. © Fatima Hyppolito

  • PLANALTO

    Um dos rios importantes que corre em direção à costa oeste é o Tsiribihina. © Fatima Hyppolito

  • COSTA OESTE - MORONDAVA

    Uma pescadora Vezo da comunidade Betania carrega um peixe de volta à casa. © Haroldo Castro

  • COSTA OESTE - MORONDAVA

    Um pescador Vezo navega em um canal que dá acesso à comunidade Betania e ao oceano Índico. © Haroldo Castro

  • COSTA OESTE - MORONDAVA

    Pescadores Vezo carregam canoa depois de chegada na praia de Betania. © Haroldo Castro

  • ALAMEDA DOS BAOBÁS

    As árvores na Alameda dos Baobás têm vários séculos de idade. © Zsolt Makray

  • ALAMEDA DOS BAOBÁS

    Três baobás ‘Grandidieri’ recebem os últimos raios do sol. © Haroldo Castro

  • TSINGY DE BEMARAHA

    O ‘sifaka de Decken’ é endêmico da costa oeste de Madagascar e é encontrado no Tsingy. © Giselle Paulino

  • TSINGY DE BEMARAHA

    O ‘lêmure esportivo de Bemaraha’ é um primata noturno que vive na região do Tsingy de Bemaraha. © Haroldo Castro

  • TSINGY DE BEMARAHA

    O Parque Nacional Tsingy de Bemaraha contem formações cársicas de calcário, esculpidas pela erosão. © Haroldo Castro

  • TSINGY DE BEMARAHA

    Vista aérea do Grande Tsingy de Bemaraha com as formações pontiagudas de calcário. © Haroldo Castro

  • TSINGY DE BEMARAHA

    O grupo de viajantes prepara-se para voar de Bekopaka à capital Antananarivo em avião fretado. © Haroldo Castro

  • PLANALTO

    Vista aérea de arrozais em leito de rio, em região próxima à Antananarivo. © João Makray

  • FLORESTA TROPICAL DO LESTE

    O ‘indri’ é o maior de todos os lêmures, podendo pesar até 9 kg. Área Protegida Anjozorobe-Angavo. © Haroldo Castro

  • FLORESTA TROPICAL DO LESTE

    O ‘varecia-preto-e-branco’ está ameaçado de extinção e vive nas serras montanhosas do leste. Parque Nacional Andasibe-Mantadia. © Haroldo Castro

  • FLORESTA TROPICAL DO LESTE

    O ‘avahi-oriental’ é um dos lêmures noturnos observados no Parque Nacional Andasibe-Mantadia. © Giselle Paulino

  • FLORESTA TROPICAL DO LESTE

    A ‘ravenala madagascarensis’, a palmeira do viajante, é nativa de Madagascar. © Catarina Menucci

  • FLORESTA TROPICAL DO LESTE

    Um ‘camaleão de Parson’ consegue capturar um gafanhoto com sua longa língua. © João Makray

  • FLORESTA TROPICAL DO LESTE

    Detalhe da cauda enrolada de um ‘camaleão de Parson’. © Maria Luíza Froeder

A VIAGEM


A primeira viagem de VIAJOLOGIA EXPEDIÇÕES à Madagascar em outubro de 2015 revelou uma excelente combinação entre a parte cultural e natural do país. A jornada de 13 dias foi considerada como acima das expectativas por todos os viajantes.

No planalto entre a capital Antananarivo e Antsirabe, conhecemos os arrozais que sustentam os malgaxes. Na costa oeste, visitamos a comunidade de pescadores Betania e curtimos o pôr do sol na Alameda dos Baobás, cercados por mais de 50 dessas majestosas árvores.

No Parque Nacional Tsingy de Bemaraha, Patrimônio Mundial, fizemos um belo passeio de canoa pelo rio Manambolo e duas trilhas para descobrir as formações rochosas calcárias inusitadas.

Nas florestas tropicais úmidas do leste, estivemos em duas reservas: Anjozorobe e Andasibe. Dentro da mata, observamos dezenas de lêmures e inúmeros camaleões. Durante todo o percurso, fotografamos 10 espécies de lêmures – sete diurnas e três noturnas.

Também conhecemos diversas etnias malgaxes, como os Merina do planalto, os pescadores Vezo e os Sakalava do litoral oeste.

Nas diversas localidades, ficamos hospedados em confortáveis hotéis e pousadas que nos brindaram uma excelente cozinha francesa e malgaxe.

Veja o Itinerário Completo da viagem em setembro 2016.

DEPOIMENTOS DOS VIAJANTES

Madagascar é uma ilha única em muitos sentidos. Sua fauna, flora e cultura são um paraíso para viajantes interessados em fotografia. Foi inesquecível conhecer de perto os lêmures, os baobás e os camaleões!

João Makray, designer, Campinas

 

Madagascar é rica em belezas naturais e poderosa na amabilidade de seus habitantes. Para conhecer o país, é preciso estar com um bom astral e muita vontade de ver a natureza em seu estado bruto. Valeu a pena caminhar floresta adentro para ouvir o canto dos lêmures indris marcando seu território e ver os lêmures sifakas pulando de galho em galho. Valeu sacolejar um pouco no carro para se deslumbrar com os belíssimos baobás! A hospedagem e alimentação estavam ótimas.

Fatima Hyppolito, auditora, São Paulo

 

Viagens como esta a Madagascar são uma das melhores formas de imersão na realidade local. A jornada em busca da fauna e da flora tão singulares da ilha nos torna cada vez mais conscientes da necessidade de conservação das raras preciosidades do planeta – espécies estas que, infelizmente, também estão no rol das vidas mais ameaçadas do mundo.

Catarina Menucci, empresária, Campinas

 

Madagascar é um local instigante: povo incrivelmente receptivo, alegre e feliz; flora e fauna endêmicas interessantíssimas; comida divina, tanto na apresentação quanto no sabor. E muitos flagrantes, momentos e pessoas registrados a todo instante.

Dina Barile, jornalista, São Paulo