MADAGASCAR 2016

  • LÊMURES DE MADAGASCAR

    Fêmea do lêmure Sifaka Diadema (Propithecus diadema) voa com filhote nas costas entre as árvores da Reserva Andasibe. © Haroldo Castro

  • ALAMEDA DOS BAOBÁS

    Os majestosos Baobás de Grandidier (Adansonia grandidieri) no pôr do sol. © Haroldo Castro

  • MORONDAVA

    Mulher da etnia Vezo em Betania com máscara masonjoany no rosto. © Haroldo Castro

  • MORONDAVA

    Pescadores da etnia Vezo chegam à praia de Betania com o resultado da pesca. © Haroldo Castro

  • MORONDAVA

    Uma canoa de pescadores Vezo entra no canal que dá acesso ao vilarejo Betania. © Sergio Neviere Coimbra

  • ALAMEDA DOS BAOBÁS

    Jovens da etnia Sakalava brincam nos charcos entre baobás. © Haroldo Castro

  • ALAMEDA DOS BAOBÁS

    Dois baobás da espécie Fony (Adansonia rubrostipa) nasceram entrelaçados e foram chamados de ‘Namorados’. © Haroldo Castro

  • LÊMURES DE MADAGASCAR

    Fêmea e filhote da espécie Sifaka de Decken (Propitecus deckenii) em árvore no Tsingy de Bemaraha. © Haroldo Castro

  • TSINGY DE BEMARAHA

    Um casal de Lêmure Marrom Rufus (Eulemur rufus) na floresta do Parque Nacional Tsingy de Bemaraha. © Haroldo Castro

  • TSINGY DE BEMARAHA

    Um macho da espécie Sifaka de Decken (Propitecus deckenii) no paredão do Pequeno Tsingy. © Haroldo Castro

  • TSINGY DE BEMARAHA

    Travessia de ponte durante caminhada no Grande Tsingy. © Haroldo Castro

  • TSINGY DE BEMARAHA

    Vista aérea do conjunto de formações cársicas no Parque Nacional Tsingy de Bemaraha. © Haroldo Castro

  • PLANALTO CENTRAL

    Duas jovens da etnia Merina replantam mudas de arroz em campo perto da capital Antananarivo. © Haroldo Castro

  • PLANALTO CENTRAL

    Casas típicas de dois andares da região do Planalto, vilarejo Antsahabe. © Haroldo Castro

  • LÊMURES DE MADAGASCAR

    O Babakoto (Indri indri) é o maior de todas as 111 espécies de lêmures de Madagascar; na floresta de Anjozorobe-Angavo. © Haroldo Castro

  • LÊMURES DE MADAGASCAR

    Um Sifaka Diadema (Propithecus diadema) prepara-se para dar um salto entre duas árvores; na reserva Andasibe. © Axel Makay Katz

  • LÊMURES DE MADAGASCAR

    Um Sifaka Diadema (Propithecus diadema) no ar prestes a agarrar o tronco de uma árvore com seus braços e suas pernas; na reserva Andasibe. © Haroldo Castro

  • LÊMURES DE MADAGASCAR

    O Babakoto (Indri indri) comunica-se emitindo um canto matutino em tons decrescentes; na reserva Andasibe. © Haroldo Castro

  • BIODIVERSIDADE

    Um camaleão do gênero Furcifer, endêmico das florestas úmidas de Madagascar. © Carlos Niemeyer

  • BIODIVERSIDADE

    Camaleão do gênero Furcifer prepara-se para engolir um gafanhoto preso a sua longa língua. © Axel Makay Katz

  • BIODIVERSIDADE

    A Fossa (Cryptoprocta ferox) é o maior carnívoro de Madagascar e sua presa favorita são os lêmures. © Axel Makay Katz

  • ALAMEDA DOS BAOBÁS

    O grupo de viajantes da VIAJOLOGIA EXPEDIÇÕES em frente aos gigantescos baobás. © Haroldo Castro

A VIAGEM


O itinerário da segunda viagem à Madagascar, de 22 de setembro a 5 de outubro de 2016, foi semelhante ao da jornada de 2015. Como realizamos a viagem com um mês de antecedência, as paisagens estavam mais secas do que no ano anterior e não tivemos nenhum dia de chuva.

Depois de passar uma noite em Tana, a capital, fomos para Antsirabe, onde visitamos o lago vulcânico Tritriva. No dia seguinte, descemos para a costa oeste, para um dos momentos altos da viagem: conhecer as três espécies de baobás que só existem nessa região do país. A silhueta das árvores gigantescas ao entardecer é icônica. Também passamos uma bela manhã na comunidade de pescadores Betania da etnia Vezo, com direito a mergulho no oceano Índico.

No Parque Nacional Tsingy de Bemaraha, Patrimônio Mundial, fizemos um belo passeio de canoa pelo rio Manambolo e realizamos duas trilhas para descobrir as formações rochosas calcárias inusitadas do Pequeno e do Grande Tsingy.

Regressamos ao planalto em um avião fretado e, em seguida, visitamos duas reservas nas florestas tropicais úmidas do leste: Anjozorobe e Andasibe. Dentro da mata, observamos dezenas de lêmures e inúmeros camaleões. Durante todo o percurso, fotografamos um total de 12 espécies de lêmures.

Veja o itinerário completo da próxima viagem em outubro de 2017.

SAIBA MAIS

DEPOIMENTOS DOS VIAJANTES

Madagascar sempre fez parte de meu imaginário. Viajar à ilha foi realizar um sonho que considerava muito difícil, por causa do acesso complicado. Nosso guia local foi competente, atencioso e gentil. Os hotéis foram muito bons e as refeições excelentes, melhores do que eu esperava. Gostei muito de subir nas pedras do Pequeno e do Grande Tsingy.

Eneida Monte Rocha, professora, Porto Alegre

 

Viajar a Madagascar representou o resgate da dívida com a memória de meu pai, o conservacionista e primatólogo Adelmar Faria Coimbra Filho, falecido neste ano. Ele teria apreciado muito a gama de estórias, depoimentos e fotos que trouxemos da nossa magnífica expedição. Para coroar a viagem, ainda tivemos o privilégio de jantar com seu melhor amigo, Russell Mittermeier, que nos explicou as iniciativas de conservação das 111 espécies de lêmures que existem na ilha.

Sergio Neviere Coimbra, engenheiro, Rio de Janeiro

 

Madagascar, seus baobás imponentes, fortes e lindos ao pôr do sol! Seu povo amável, bonito e amistoso. Seu Tsingy desafiando a ser escalado, pondo à prova nossa coragem e nossa resistência. Madagascar com seus camaleões tão diversos que jamais imaginei ver.
E os lêmures, então? Animais tão lindos, olhares meigos e delicados, fofos, parecendo bichinhos de pelúcia despertando o inevitável desejo de acariciá-los. De verdade, Madagascar é única!

Jussara Nardon, aposentada, Porto Alegre

 

Conhecer Madagascar é o sonho de todo naturalista. A ilha deveria ser visita obrigatória para todo amante da natureza. Sua fauna e flora endêmica deixam qualquer um boquiaberto. É uma sensação indescritível você estar ao lado de imensos baobás centenários ou no meio de uma floresta tropical escutando os cantos dos lêmures indris e observando os voos dos lêmures sifakas entre as árvores. Só conhecendo o país, observando todas essas belezas com seus próprios olhos, para entender o grande impacto da natureza malgaxe.

Axel Makay Katz, biólogo, Rio de Janeiro